Provocação no futebol faz parte. Mas, aos 19 anos, em uma Copa do Mundo e cercado por jornalistas, a resposta revela muito mais do que confiança.
Sem prometer gol, sem fugir da responsabilidade e sem alimentar a pressão. Trabalho, tranquilidade e fé para entender que tudo acontece no momento certo.
E, acima de tudo, Deus e a família como base. No meio de uma Copa do Mundo, a escolha foi não se prender ao extraordinário, mas valorizar quem está ao lado e confiar no propósito.
Uma resposta que foi muito além do futebol.



